A globalização, enquanto instrumento de concentração na compatibilidade de interesses comerciais entre diversos países é um dos mecanismos propulsores para o desenvolvimento da comunicação que flexibiliza negociações, porquanto não se pode, com eficiência, praticidade e economia tratar e distratar internacionalmente se os idiomas não são compreensíveis entre as partes, pois a comunicação perfeita deve ser o pivô dessas relações, do contrário conduziria certamente em benefício de uma das partes em desfavor da outra.
De fato, há que se estabelecer um idioma que permita aos entes públicos ou privados nas negociações de âmbito internacional traçar objetivos concretos, quer sejam por meio de acordos coletivos ou individuais a fim de satisfazer seus interesses e transpô-los aos cidadãos de seus países.
Pelo princípio da força econômica exercida por países de língua inglesa, mais especificamente os Estados Unidos da América, estabeleceu-se de uma maneira natural a língua inglesa como modelo universal de conversação.
Entretanto, a língua espanhola se fortaleceu na América Latina, mais especialmente no Brasil, único país do continente com língua de origem portuguesa, por meio da implantação do Mercado Comum do Sul - MERCOSUL, com perspectiva da união aduaneira, estabelecendo-se o livre comércio internacional e uma política comercial comum entre os quatro países da América do Sul que aderiram ao Mercado, razão pela qual também se faz importante para nós o conhecimento da língua espanhola.
Pretende-se ponderar, entretanto, a respeito da aplicação prática desses dois idiomas na vida de nossa população, quer seja em se tratando de negociações internacionais, ou por mero preparo profissional, o que se dá inicialmente em nossos bancos escolares.
Neste aspecto, a educação escolar, principalmente o ensino fundamental, o qual abrange as séries finais da preparação educacional básica é o berço preparatório do profissional e deve, assim, primar pelo aprendizado, tanto da língua inglesa quanto da espanhola.
É certo que, atualmente, diante do despreparo de certos profissionais de educação e do desinteresse dos educandos não se tem na escola condições suficientes para garantir a adequada formação linguística e gramatical, devendo, sim, alterar sensivelmente as políticas educacionais no que diz respeito ao ensino das línguas estrangeiras modernas, mais especificamente a língua inglesa e a espanhola.
Ainda, há que se ponderar sobre a co-existência desses dois idiomas de forma coesa e não optativa como até agora se faz, opinião própria comungada por diversos educadores de que ambas as línguas, necessárias cada dia mais na profissionalização, devem ser trabalhadas em sala de aula concomitantemente desde o início da formação educacional curricular.
Portanto, com primazia objetivando a consecução profissional e a permuta de conhecimentos entre os educandos, mister se faz propor uma adaptação no currículo escolar com a comunhão das disciplinas de língua inglesa e espanhola, concomitantemente trabalhadas em sala de aula com o intuído do aluno ser melhor preparado objetivando sua carreira laborativa.
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